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quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Tilt

Às vezes tenho medo,
Sinto um peso nos ombros e uma vontade de sumir,
É uma sensão de "falta de controle",
Incerteza,
Meu cérebro pifou e está um nó só,
Em compensação, tem, aqui dentro, alguém fora do sério pegando fogo,
Eu não sei o que pensar e não sei o que fazer,
Estou enlouquecendo?
Não sei, mas eu quero mais.

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

"Você apareceu do nada
E você mexeu demais comigo
Não quero ser só mais um amigo"

"É cedo ou tarde demais
Prá dizer adeus
Prá dizer jamais"

Pois é, hoje as palavras me fugiram... não consigo escrever o que eu sinto. Talvez eu nem saiba ao certo. Por isso tive que roubar as palavras de Tony Belotto dos titãs. No momento não tem nada que descreva melhor o que está passando pela minha cabeça. Eu só sei dizer que eu me apaixonei e de uma vez eu confesso isso. Eu me apaixonei e agora arco com as conseqüências disso.
Mas uma coisa eu posso dizer:

Ainda é cedo, ou já é tarde demais pra dizer adeus.

domingo, 18 de outubro de 2009

Que noite de sábado!

Alguém me explica?
Um café, uns livros, um filme... e ela.
Noite tão simples e tão fantástica.
Podia ter durado a noite toda.
Mas assim ia ser só uma e eu quero muitas outras.
Ai Ai. . .

terça-feira, 14 de julho de 2009

Quatorze de Julho

Um dia tão simples. Igual a tantos outros.
Um abraço apertado, um passeio no parque, uma conversa sincera.
E uma história completa guardada nos pormenores do meu passado.
Quatorze de Julho foi uma data especial e, de alguma forma, ainda é.
Lembro de cada segundo, cada palavra, cada sorriso, cada piada.
Foi um tempo bom que não volta mais.
Mas deixou lembranças aconchegantes e que me deixam em paz quando decido fazer uma viagem por elas. Às vezes mais longas, às vezes muito breves, mas sempre saio banhando em um sentimento gostoso de guardar e que enfeitiça minha mente num leve delírio.

Quatorze de Julho.
Uma história que me deixa feliz até hoje.
Uma imagem que enfeita minha memória.
Uma pessoa que soube mudar o mundo, o meu mundo.

Feliz Quatorze de Julho.
Você fez a diferença na minha vida e vai fazer parte dela pra sempre.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Voltando de viagem, dirigindo devagar, o amigo dormindo no bando do lado, a chuva molhando o parabrisa, os buracos na estrada e o som d Steve Tyller cantando Amazing.
Isso me fez pensar.
Há uma pequena fossa dentro de nós, onde nos escondemos naqueles momentos de agonia, dor, tristeza, infelicidade e decepção. São momentos delicados e sempre vem com recordações indesejadas, pensamentos paranóicos ou simplesmente falta de alguma coisa.

"There were times in my life when I was goin' insane, tryin to walk through the pain"
Foi o que ele me disse no começo da música. Andar através da dor. Faço isso sempre. Essa dor é capaz até de curar a gente, mas se não dermos atenção a ela, tudo tente a ficar pior. Então, que doa.

"I thought I could leave, but couldn't get out the door"
Depois que aprendemos a andar, parece que nenhum tombo poderá nos segurar. Mas virar as costas e ter um abismo na frente é como não saber andar. Deixar tudo para traz é dificil. Doloroso. Quando não se quer então, a coisa fica preta.

"And how high can you fly with broken wings?"
Mas a gente pula no penhas, porque não temos escolha. Torcendo para que tenhamos a sensação de voar novamente. Caimos, caimos, caimos. Nossas asas não funcionam mais, o vento, que bate no rosto, é mais um tapa do que um carinho.

"With the blink of an eye you finally see the light"
Então, depois de tanto sofrimento, surge um caminho, uma saida, uma passagem. Nem sempre é tão boa assim, mas aprendemos a segui-la e ir em frente. É um ciclo.
Mas ainda sim guardamos nossa fossa particular. Nosso lugarzinho de lembranças ruins, de sentimentos fortes e lucidez precária.

Do que adianta lutar pra ser feliz se nós não querermos ser felizes?
Do que adianta sofrer por amor se nós não queremos ser amados?
Do que adianta ficar aqui se nós não queremos companhia?
Por que não queremos ser felizes sem aquela pessoa?
Por que não queremos ser amados por outra pessoa?
Por que não queremos companhia de outra pessoa?

"When the moment arrives that you know you'll be alright"
Esse momento também chega, mas nunca como esperamos. Ele vem até melhor, mas nunca como esperamos. Ele tampa a nossa fossa, mas nunca pra sempre. Porque é esse momento que vai acabar. É esse momento que nos da um prazer e, depois do climax, nos deixa. É ele que acaba com a gente de novo.

E é a falta dele que nos move a consegui-lo de novo, mesmo que para sermos felizes só mais um pouquinho.

"I was wishin that I would die"
Aprendemos a ser fortes, mas não o suficiente.

A música acabou e eu continuei. Essa prece aos corações desesperados cai bem, mas me levou pra fossa de novo.

Tudo bem, já já eu saio dela.

"It's Amazing"

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Eu te amo, mas não podemos mais ficar juntos

Olá leitores,

Hoje não vou poetisar nada, nem discutir coisas tão interessantes e que envolvem evolução social e coisas do gênero. Vou apenas falar um pouco do que eu to sentindo nesse momento e contar um pouco da minha história. Não se preocupem, serei breve e tentarei ser o mais interessante possivel.

Bom, acho que todos que frequentam esse blog já namoraram ou tiveram uma relação com alguma pessoa. Então... a qse dois anos atrás eu ouvi uma frase q demorei esse tempo todo para descobrir o que significava: "Eu te amo, mas não podemos mais ficar juntos".
Isso existe? Digo, como se ama alguém e ao mesmo tempo num pode ficar junto dela, num quer ficar ou sei la, ficou impossível? Pois é meu caro leitor, eu descobri que isso existe e q é muito plausivel, porém nada justo. Essa sexta-feira mais um amor perfeito, recostado em um namoro cheio d imperfeições, acabou com essa frase.

É fácil terminar um namoro odiando a pessoa, tento um motivo sólido, tendo uma motivação maior. Mas e quando as duas pessoas sentam, olham-se nos olhos e tudo o q se quer é ficar ali pra sempre? e qnd, olhando nos olhos dessa pessoa, sabe q é mutua essa vontade? e qnd vc sabe q, mutua, tbm é uma incerteza, uma insegurança, um medo e uma "pedra no caminho". É dificil vc olhar para a pessoa q t faz tanto bem e, juntamente a ela, em um ato desesperado de evitar um conflito maior, decidir q o amor existe, mas o namoro está estragando ele.

Eu te amo, mas não podemos mais ficar juntos. Essa frase não deveria existir, não faz sentido, não tem nexo, não é justo. Vc fala com a pessoa todos os dias, sabendo q ela quer o mesmo q vc, sabendo q ela t deseja, t quer, t espera, mas q mais um mês juntos esse amor poderia transformar-se em outra coisa... ruim. Foi uma jogada ousada, corajosa, destemida, de tentar provar q existe uma saida pra td, q há um jeito de se amar sem morrer, amar sem gastar todo o amor. Pq eu ainda a amo, mas nosso amor cansou. Depois d um ano não conseguiu mais segurar as redeas da rotina, da mudança, das novidades, das diferenças, das adversidades.

Eu te amo, mas não podemos mais ficar juntos. Isso passou a me fazer um sentido enorme e, ao mesmo tempo, criou um certo despreso por td isso. Qnd os dois não amam mais, acaba. Qnd um não ama mais, acaba. Mas e qnd os dois ainda se amam e acaba? E qnd acaba e vc ouve uma frase d "eu ainda quero casar com vc".

Esse mundo é uma piada. De péssimo gosto.

E por isso, meu coração já calejado, aprendeu a sonhar menos e viver mais.

terça-feira, 21 de outubro de 2008

Desbodado

(tradução de Faded - Rafael Bittencourt)

A muito tempo,
Aconteceu a muito tempo,
Nossa conto de fadas se transformou em uma tragédia.

Girando em volta,
Um carrossel interminavel,
Belos raios de Sol e depois um tempo cinzento de tempestade.

Seguindo a direção do fluxo do rio,
Conforme a água envolve as pedras,
Coração - vítima desse crime de amor.

O que deu errado,
No nosso mundo encantado,
Onde eu e você iriamos agarrar as estrelas?

Afundando gradualmente no nosso dia-a-dia,
Nós cavamos nossas sepulturas e enterramos o amor dentro.

Deixado de lado,
Esgotada a paixão,
Desprezado como um brinquedo quebrado.

Sem parar, por todo o caminho,
Aonde a aguá alcança o oceano,
Incertezas sobram quietas em nossas mentes.

O que deu errado?
Deixado com uma música vazia,
Você e eu podiamos quebrar as leis do tempo,
Eu pularia dentro das estrelas cadentes,
Mas eu não sei a razão por quê... desbotou.

O que deu errado?
No nosso mundo encantado,
Você e eu poderiamos pegar as estrelas cadentes,
Sem retorno. Eu não posso voltar no tempo,
Quando eu não achei as palavras,
Perdi a chance de mostrar meu amor,
Mas agora eu sei a razão porquê...

Nossa amor desbotou com o tempo,
Ninguém é culpado,
Exatamente como uma rosa que está destinada a morrer,
Desbotada dentro de um vaso.
Restam as memórias.

Nossa amor desbotou com uma rosa,
É assim que as coisas andam,
Ela foi desprezada na chuva,
Desbotou dentro de um vaso,
Restam as memórias.

Restam as memórias,
Desbotou como uma rosa,
É assim que as coisas andam.

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É... sem mtas palavras... :*(